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Sororiedade: O que é? E como praticar no dia a dia?

Hoje é o nosso dia. O Dia Internacional da Mulher! Nada melhor que falar sobre os movimentos importantes que estão ganhando mais visibilidade como o movimento do feminismo, que com ele vem outra palavra a sororiedade: o nome pode parecer complicado, mas o conceito é bem simples: ser fraterna para com outras mulheres. Acabou ganhando ainda mais destaque por causa da Manu Gavassi, no BBB20. A cantora e influencer usou a palavra ao indicar o brother Felipe Prior para o paredão no mês passado. A participante disse ter se baseado em “questão de sororidade” para colocar o arquiteto na berlinda. Logo depois, ele a questionou sobre o que isso queria dizer e ela respondeu que ele “aprenderia isso quando saísse da casa”. Mas, afinal, o que é sororidade? 

Por incrível que pareça, as buscas pela palavra, que sequer faz parte de alguns dicionários de língua portuguesa, cresceram muito nos últimos anos, mas o termo continua causando estranhamento na maioria das pessoas. O conceito é essencial no movimento feminista para estimular o apoio entre as mulheres. A palavra vem do latim soror, que significa irmã, ou seja, sororidade é irmandade. Mas, na prática, significa muito mais que isso.

O que é sororidade?

A essência da sororidade é a união entre as mulheres. Então, praticar a sororidade também é parar de sustentar ideias que incitam a rivalidade do gênero feminino. Reflita: quantas vezes você já se pegou julgando uma mulher pelo o que ela fala ou estava vestindo ou pelo que ela fala? Quantas vezes você já ouviu que as mulheres não se gostam de verdade e só querem competir? Essa rivalidade está tão enraizada entre as mulheres – que na maioria das vezes passa despercebida e é considerada até natural.

Sororidade é sobre empatia, solidariedade, companheirismo e respeito entre as mulheres. Defende a ideia de que juntas somos mais fortes e que precisamos umas das outras para buscarmos a liberdade e os direitos que reivindicamos. As alianças são importantes para que esses estigmas e preconceitos enraizados sejam enfraquecidos.

Sororidade é também sobre ter um olhar coletivo, abraçando e considerando diferentes realidades de mulheres, de todos gêneros, cor, etnias e enfim. Veja outras mulheres como irmãs e não como rivais! Unidas somos mais FORTES!

E como eu posso praticar sororidade no meu dia a dia? Atitudes simples que fazem muita DIFERENÇA para as outras MANAS!


  • Não julgue mulheres por terem atitudes diferentes das que você teria

Não, você não precisa concordar com tudo o que outras mulheres pensam ou fazem, e muito menos forçar amizade com pessoas com quem você não tem afinidade. A questão é não detestá-la apenas pelo fato de ser mulher, ou por fazer coisas que você acredita que uma mulher não deva fazer. É não ser cruel, nem tentar sabotar ou “destruir” outras mulheres, nem achar aceitável que outra mulher sofra algum tipo de violência apenas por ter divergências pessoais ou de opinião/crenças diferentes dela. Simples assim.


  • Consuma o trabalho de outras mulheres

Valorize as histórias e as narrativas femininas. Leia o ponto de vista de mulheres. Leia autoras, veja filmes dirigidos por mulheres e/ou protagonizados por mulheres. Seja audiência para o esporte feminino (atletismo, futebol, etc). Leia a ciência produzida por mulheres. A arte produzida por mulheres. Apoie negócios locais de mulheres – compre o cachorro quente da mulher que faz no carrinho da esquina! Dê preferência!


  • Indique uma mulher

Afinal, não basta só consumir, né? Tem que divulgar as coisas boas! Conhece uma mulher super competente no que faz? Indique seu trabalho para outras pessoas quando tiver oportunidade.


  •  Ofereça ajuda e apoio

Perceba quando uma mulher está precisando de apoio e não hesite em ajudar. Pode ser uma simples conversa ou a percepção de uma situação de risco, o importante é não deixar com que ela se sinta sozinha.


  • Pare de enxergar outras mulheres como rivais

Esqueça a ideia de que você precisa se comparar ou competir com outras mulheres para ter seu próprio valor. Cada uma tem seus próprios objetivos e há lugar para todas. A união nos fará chegar ainda mais longe.


  • Reflita sobre suas críticas

Toda vez que for criticar uma mulher, pare e pense se você faria a mesma crítica a um homem. Muitas vezes não é algo consciente, mas você pode discordar não da atitude em si, mas da percepção de que uma mulher não poderia se comportar de determinado jeito apenas pelo seu gênero.


  • Mantenha-se perto de outras mulheres

Esteja aberta para aprender com outras mulheres e aproveitar sua companhia. Mulheres são e fazem coisas incríveis, e muitas vezes são pouco valorizadas e reconhecidas por isso. Ter mulheres por perto, quando a relação é saudável e livre de rivalidades, é algo que nos fortalece.


Vamos juntxs nesta corrente de sororidade? Se tem uma coisa que nós mulheres podemos, é PODER! E apoiando umas as outras, podemos muito mais além!

Fontes: Glamour e Claudia.

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8 livros incríveis escritos por mulheres que você precisa ler

Hoje é o nosso dia. Ou todo dia deveria ser? Porque nós mulheres somos poderosas, guerreiras e também delicadas, mulher é uma verdadeira batalhadora todos os dias. Cada mulher pode ser o que ela quiser. Concorda? Pensando nisso, trouxe livros escritos apenas por mulheres para que, você adicione a sua listinha literária e também pode presentear as mulheres incríveis, que você ama, ajudando a empoderar a literatura feminina. Vem ver!


Minha História – Michelle Obama

Um relato íntimo, poderoso e inspirador da ex-primeira-dama dos Estados Unidos. Com uma vida repleta de realizações significativas, Michelle Obama se consolidou como uma das mulheres mais icônicas e cativantes de nosso tempo. Como primeira-dama dos Estados Unidos, a primeira afro-americana a ocupar essa posição, ela ajudou a criar a mais acolhedora e inclusiva Casa Branca da história. Ao mesmo tempo, se posicionou como uma poderosa porta-voz das mulheres e meninas nos Estados Unidos e ao redor do mundo, mudando drasticamente a forma como as famílias levam suas vidas em busca de um modelo mais saudável e ativo, e se posicionando ao lado de seu marido durante os anos em que Obama presidiu os Estados Unidos, em alguns dos momentos mais angustiantes da história do país. Com uma narrativa surpreendente, Michelle Obama traz à tona as dificuldades de ser empresária, educar duas meninas e tudo isso em um país com fortes raízes racistas.

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A bruxa não vai para a fogueira neste livro – Amanda Lovelace

Aqueles que consideram “bruxa” um xingamento não poderiam estar mais enganados: bruxas são mulheres capazes de incendiar o mundo ao seu redor. Resgatando essa imagem ancestral da figura feminina naturalmente poderosa, independente e, agora, indestrutível, Amanda Lovelace aprofunda a combinação de contundência e lirismo que arrebatou leitores e marcou sua obra de estreia, A princesa salva a si mesma neste livro, cujos poemas se dedicavam principalmente a temas como relacionamentos abusivos, crescimento pessoal e autoestima. Agora, em A bruxa não vai para a fogueira neste livro, ela conclama a união das mulheres contra as mais variadas formas de violência e opressão. Ao lado de Rupi Kaur, de Outros jeitos de usar a boca e O que o sol faz com as flores, Amanda é hoje um dos grandes nomes da nova poesia que surgiu nas redes sociais e, com linguagem direta e temática contemporânea, ganhou as ruas. Seu A bruxa não vai para a fogueira neste livro é mais do que uma obra escrita por uma mulher, sobre mulheres e para mulheres: trata-se de uma mensagem de ser humano para ser humano – um tijolo na construção de um mundo mais justo e igualitário.

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Orgulho e Preconceito – Jane Austen

Romance clássico ainda com muita vitalidade, A chegada de um jovem solteiro e rico à vila de Longbourn causa um grande alvoroço na família Bennet, cujas cinco filhas – a bela Jane, a sensata Elizabeth, a culta Mary, a imatura Kitty e a desvairada Lydia – foram criadas com um único propósito na vida: encontrar um bom marido. Orgulho e preconceito, livro que a própria autora considerava “seu filho mais querido”, foi publicado originalmente em 1813, e atravessou os séculos dotado de uma assombrosa vitalidade. Além de uma das mais comoventes histórias de amor já escritas, é uma brilhante comédia de costumes e um estudo profundo da sociedade de seu tempo. A plena compreensão do mundo feminino e o domínio da forma e da ironia fizeram de Jane Austen uma das mais notáveis e influentes romancistas de sua época. Ainda que seja um romance, “Orgulho e Preconceito” é o tipo de livro que deixa você inquieto enquanto lê. Elizabeth não aceita o machismo e o patriarcalismo enraizados na sociedade e faz questão de lutar pela desconstrução disso a cada página da história.

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Ninguém vira adulto de verdade – Sarah Andersen

Um livro para quem não está nem um pouco empolgado com os desafios da vida adulta. As tirinhas certeiras de Sarah Andersen, que já contam com mais de 1 milhão de fãs no Facebook, registram lindos fins de semana passados de pernas pro ar na internet, a agonia de andar de mãos dadas com alguém de quem estamos a fim (e se os dedos ficarem suados?!), a longa espera diária para chegar em casa e vestir o pijama, e a eterna dúvida de quando, exatamente, a vida adulta começa. Em outras palavras, este livro é sobre as estranhezas e peculiaridades de ser um jovem adulto na vida moderna. A sinceridade com que Sarah Andersen lida com temas como autoestima, timidez, relacionamentos e a frequência com que lavamos o sutiã torna impossível não se identificar com esses quadrinhos hilários e carismáticos.

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Amor Amargo – Jennifer Brown

Último ano do colégio: a formatura da estudiosa Alex se aproxima, assim como a promessa feita com seus dois melhores amigos, Bethany e Zach, de viajarem até o Colorado, local para onde sua mãe estava indo quando morreu em um acidente. O Dia da Viagem se torna cada vez mais próximo, e tudo corre conforme o planejado. Até Cole aparecer. Encantador, divertido, sensível, um astro dos esportes. Alex parece não acreditar que o garoto está ali, querendo se aproximar dela. Quando os dois iniciam um relacionamento, tudo parece caminhar às mil maravilhas, até que ela começa a conhecê-lo de verdade…

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Sejamos todos feministas – Chimamanda Ngozi Adichie

Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente do dia em que a chamaram de feminista pela primeira vez. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. “Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: ‘Você apoia o terrorismo!’”. Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e começou a se intitular uma “feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens”. Sejamos todos feministas é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1,5 milhão de visualizações e que foi transformado em música por ninguém mais, ninguém menos que Beyoncé!

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Diário de Anne Frank

O depoimento da pequena Anne Frank, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, ainda hoje emociona leitores no mundo inteiro. Seu diário narra os sentimentos, os medos e as pequenas alegrias de uma menina judia que, como sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto. Lançado em 1947, O diário de Anne Frank tornou-se um dos livros mais lidos do mundo. O relato tocante e impressionante das atrocidades e dos horrores cometidos contra os judeus faz deste livro um precioso documento e uma das obras mais importantes do século XX.

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Extraordinárias – Duda Porto de Souza e Aryane Cararo

Dandara foi uma guerreira fundamental para o Quilombo dos Palmares. Niède Guidon descobriu os registros rupestres mais importantes do nosso território. Maria da Penha ficou paraplégica e por pouco não perdeu a vida, mas sua luta resultou na principal lei contra a violência doméstica do país. Indianara Siqueira é uma das lideranças mais atuantes da comunidade trans. Essas e muitas outras brasileiras impactaram a nossa história e, indiretamente, a nossa vida, mas raramente aparecem nos livros. Este volume, resultado de uma extensa pesquisa, chega para trazer o reconhecimento que elas merecem. Aqui, você vai encontrar perfis de revolucionárias de etnias e regiões variadas, que viveram desde o século XVI até a atualidade, e conhecer os retratos de cada uma delas, feitos por artistas brasileiras. O que todas essas mulheres têm em comum? A força extraordinária para lutar por seus ideais e transformar o Brasil.

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Gostou da listinha? Já leu algum desses? Compartilhe com a gente outros livros maravilhosos escritor por mulheres? É só deixar a dica nos comentários!

Inspiração: tatuagens desenhos de mulheres

Cada dia a representação da mulher na sociedade vem ganhando cada vez mais espaço. Seja em: músicas, livros, pinturas, filmes e, aliás, até mesmo em tatuagens. Há um novo movimento nas tatuagens que são desenhos de mulheres. Traz á tona a força e beleza de cada mulher por meio de traços registrados na pele. É um meio de empoderamento, que acabar mostrando a personalidade da pessoa que tatuou em seu corpo. E claro, selecionei inspirações lindas e representativas. Quer ver só?

Quantas inspirações, né? São diversos estilos de desenhos e, sim, para todos os gostos. Fugindo totalmente, de tatuagens no modelo “fofa” ou clássica, esse novo movimento mostrar que representação da mulher nas nossas peles, traz uma conexão ainda mais com a terceira onda feminista. Olha que interessante o espírito do lobo, saindo de dentro da mulher, garota segurando o universo, também temos Frida Kahlo e Medusa, árvores e flores saindo de dentro representa o nosso florescer, e como isso pode ser libertador… São muitas possibilidades bonitas de desenhos!

Tanto amor em estilos tão diferentes de tatuagens… Que tal? Uma rosa com pétala caindo em formato de uma boca. Ou diversas serpentes, da Medusa. Uma garota andando em corda, que representa o equilíbrio. Para quem é apaixonada pelo mundo dos livros, que interessante, esse desenho de biblioteca e uma garota escolhendo livros. Tantos traços delicados e ao mesmo tempo bem elaborado. Cada inspirações maravilhosas, que nós faz ter mais ideia de referências incríveis.

Você pode tatuar em qualquer parte do seu corpo, vai da sua escolha! O interessante desse modelo de tatuagem é criar desenhos únicos a partir das características pessoais específicas. Isso prova de que estamos satisfeitas com o que somos. Lembrando que as inspirações são apenas ideias de referências. Busque algo que transmite que você é única, sua tatuagem também deve ser. E aí, curtiu? Qual delas é a sua favorita? Conta tudo nos comentários!

Girl Power: como se tornar uma garota forte?

Esse é um assunto que está sendo bastante comentado hoje em dia. Provavelmente, você já ouviu falar de Girl power, certo? Na tradução literal do que é girl power, está ligado ao poder feminino: na sua independência, sua autossuficiência, e aos ideias de ser autêntica e da autoestima elevada. Esse título girl power é muito aliado á mulher que usa de sua voz, suas canções, seus textos ou seus discursos para reafirmar o papel da mulher na sociedade e mostrar que sua posição é importante. São independentes e igualitárias, que sejam, donas de si e que tenham autonomia de estilo de vida e também da sua sexualidade.

O termo representa um fenômeno cultural da década de 1990 e início de 2000 e está também ligada a terceira onda do feminismo. Tornou-se popularizado pelas Spice Girls em meados da década de 1990. A ideia das meninas foi mostrar a força que a mulher tem na sociedade, além de reforçar suas influências culturais. Assim começou se popularizar a revalorização da força que a mulher tem na sociedade. Inclusive, essa foi uma das formas de fazer críticas a opressão que as mulheres receberam ao longo dos tempos. Esse é um tema bem complexo, aliás, precisaríamos de mais posts para falar sobre esse assunto. Só que hoje o foco é como se tornar uma garota forte, talvez, você só precisar de um empurrãozinho. Neste post, listei algumas iniciativas muito importantes: Vamos lá?

  • Ser você mesmo, sempre.

Em pleno século 21 e, infelizmente, muitas vezes não podemos ser nós mesmo! Oiii? Triste realidade, porém, tem muitas garotas que viver fingindo ser quem não é – para tem tanta agradar os outros e até mesmo fazer parte de um determinado grupo. Por si só, esse é um dos primeiros conselhos para se tornar uma garota forte. Comece dizendo adeus ás suas neuras com o corpo, aparência e a sua personalidade, basta você se aceitar como é. Assim, você vai aumentar a sua autoestima e, de quebra, ainda ajudar uma amiga a fazer o mesmo também. Então, começa um círculo de sororidade e quanto mais às garotas se aceitam, mais padrões de beleza impostos pela sociedade cair por terra. Consequentemente, mais meninas vão aceitando o próprio corpo, personalidade e também o espelho. Não é incrível? <3

  • Você pode ser tudo que quiser.

Se empoderar é mais simples do que você pensa! Duvido quem nunca ouviu essa frase: “você é uma garota não pode fazer isso?” Se tem uma coisa que a gente pode, é poder!  Podemos ser astronauta, CEO, médica, presidente, pilota de avião e todas profissões existentes. Pois somos capazes de exercer qualquer carreira que desejamos e de maneira nenhuma deixar alguém oprimir desejos e planos otimistas. Somente mantenha o foco e acredite no seu potencial.

  • Unidas somos fortes

Garotas unidas jamais serão vencidas! \o// Segundo muitas pessoas afirmar que nos garotas, na realidade, vivemos competindo umas com as outras. Sabemos que isso não é verdade, mas que, às vezes, isso infelizmente pode acontecer. O certo é que, paramos de ver as outras garotas como inimigas, não podemos deixar de cultivar a sororidade entre nós. Todas têm um brilho único, mas, o céu ficar ainda mais encantado com dias estrelados, certo? Afinal, quanto mais unidas brilharemos ainda mais! E assim, vamos aprendendo, crescendo e nos fortalecendo. Por esse motivo, temos que ser sempre aliadas. Juntas, vamos longe!

É tão incrível ver que as garotas está cada dia mais interessadas neste tema, não é? Ah, vale lembrar que, atualmente, a artista que mais representa e reforça o girl power é a Beyoncé, na sua constante luta a favor do feminismo. E aí, está preparada para todo este poder? Let’s go, girls!