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Representatividade importa: 12 filmes incríveis com protagonistas negras

Representatividade importa, mas ainda está longe de se tornar uma realidade em nossa sociedade. Felizmente os últimos anos mostraram o universo cinematográfico caminhando para mudanças significativas em seus conteúdos, e diversos filmes incríveis protagonizados por mulheres/adolescentes negras estão ganhando espaço no cinema e, também, aos streamings. Selecionei 12 filmes com representatividade e protagonistas negras. São vários títulos diferentes para você assistir. Olha só: 


Histórias Cruzadas

Sinopse: Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Skeeter (Emma Stone) é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark (Viola Davis), a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.


Felicidade Por Um Fio

Sinopse: Violet Jones (Sanaa Lathan) é uma publicitária bem-sucedida que considera sua vida perfeita, tendo um ótimo namorado e uma rotina organizada meticulosamente para conseguir estar sempre impecável. Após uma enorme desilusão, ela resolve repaginar o visual e o caminho de aceitação de seu cabelo está intrinsecamente ligado à sua reformulação como mulher, superando traumas que vêm desde a infância e pela primeira vez se colocando acima da opinião alheia.


O Ódio Que Você Semeia

Sinopse: Starr Carter (Amandla Stenberg) é uma adolescente negra de dezesseis anos que presencia o assassinato de Khalil, seu melhor amigo, por um policial branco. Ela é forçada a testemunhar no tribunal por ser a única pessoa presente na cena do crime. Mesmo sofrendo uma série de chantagens, ela está disposta a dizer a verdade pela honra de seu amigo, custe o que custar.


O Sol Também é uma Estrela

Sinopse: Natasha (Yara Shahidi) é uma jovem extremamente pragmática, que apenas acredita em fatos explicados pela ciência e descarta por completo o destino. Em menos de 24 horas, a família de Natasha será deportada para a Jamaica, mas antes que isso aconteça ela por acaso encontra Daniel (Charles Melton), que a salva de ser atropelada. Decidido a convencê-la que o encontro de ambos foi obra do destino, Daniel a desafia a passar um dia com ele, no qual tem a missão de fazê-la se apaixonar.


Tudo E Todas As Coisas

Sinopse: Maddie (Amandla Stenberg) é uma garota que nunca saiu de casa por conta de uma síndrome que sofre, em que seu corpo não seria capaz de aguentar os vírus e bactérias presentes no mundo exterior. Uma família se muda para a casa ao lado de Maddie e ela conhece Olly (Nick Robinson) pela janela. Os dois se apaixonam, mas como poderão viver um romance sem se tocar?


Estrelas Além do Tempo

Sinopse: 1961. Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial ao mesmo tempo em que a sociedade norte-americana lida com uma profunda cisão racial, entre brancos e negros. Tal situação é refletida também na NASA, onde um grupo de funcionárias negras é obrigada a trabalhar a parte. É lá que estão Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), grandes amigas que, além de provar sua competência dia após dia, precisam lidar com o preconceito arraigado para que consigam ascender na hierarquia da NASA.


Loving: Uma História de Amor

Sinopse: Richard (Joel Edgerton) e Mildred Loving (Ruth Negga), um casal interracial, são presos em junho de 1958 por terem se casado. Jogados na prisão e exilados do estado onde viviam, eles lutam pelo matrimônio e pelo direito de voltar para casa como uma família.


Pulando a Vassoura

Sinopse: Sabrina Watson (Paula Patton) e Jason Taylor (Laz Alonso) se conheceram por acaso e acabaram se apaixonando. Só que ele pertence a uma família simples, enquanto ela é de um nível social mais elevado. Acontece que nem mesmo a resistência das respectivas mães, a senhora Watson (Angela Bassett) e a senhora Taylor (Loretta Devine) parece ser capaz de inibir esse relacionamento e o casamento vai reunir as duas famílias “bem” diferentes num local pra lá de privilegiado.


Belle



Sinopse: Dido Elizabeth Belle (Gugu Mbatha-Raw) é a filha do capitão britânico John Lindsay (Matthew Goode) com uma escrava africana. Após a morte da mãe, Dido vai morar na Inglaterra com o tio, Lorde Mansfield (Tom Wilkinson), para ser criada como uma dama da aristocracia. A jovem se apaixona pelo advogado John Davinier (Sam Reid), mas esse relacionamento irá enfrentar os preconceitos da sociedade inglesa.


Se a Rua Beale Falasse

Sinopse: Baseado no célebre romance de James Baldwin, o filme acompanha Tish (Kiki Layne), uma grávida do Harlem, que luta para livrar seu marido de uma acusação criminal injusta e de subtextos racistas a tempo de tê-lo em casa para o nascimento de seu bebê.


Lionheart

Sinopse: Adaeze (Genevieve Nnaji) é uma executiva calma e competente que trabalha na empresa de seu pai, a Lionheart Transport. Ela prova constantemente sua habilidade de trazer lucros e lidar com situações difíceis, mas quando seu pai adoece quem é dado a posição de chefe é seu tio não tão competente. Porém, seu desejo de lutar pelo que merece precisa ser deixado de lado e ela precisa se juntar a seu tio para salvar a Lionheart quando eles descobrem que a empresa está falindo.


American Son

Sinopse: Quando Jamal, seu filho adolescente de 18 anos, desaparece misteriosamente depois de sair com amigos, Kendra (Kerry Washington) e Scott (Steven Pasquale), um ex-casal inter racial, precisa enfrentar o preconceito de raça, gênero e classe dos procedimentos policiais padrão durante a busca pelo paradeiro do menino.


Vidas negras importam (“black lives matter“); não são vidas menores ou vidas inúteis. A luta do movimento antirracista está forte e promete fazer uma grande mudança no mundo. É isso mesmo! É hora de todos ser juntar a esse movimento e escutar atentamente ao que ele diz. Mais do que isso, é necessário abraçá-lo por inteiro e demonstrar apoio, ainda que tardio, à luta contra a desigualdade racial. 

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“Eu nunca…”, a nova série de comédia adolescente da Netflix

Uma série que ganhou o nome de uma brincadeira bastante famosa está chamando a atenção na Netflix. Eu Nunca… (Never Have I Ever) chegou à plataforma no último dia 27 e, em pouco mais de uma semana, está conquistando posições cada vez mais promissoras no top 10 dos títulos mais vistos. Mas o que a série protagonizada por Maitreyi Ramakrishnan, atriz estreante de 17 anos, tem de tão diferente? Pois então, é um seriado que une delicadeza e humor para falar de forma verdadeira sobre essa época (que é a adolescência) da vida. Eu acabei maratonando os dez episódios (o mais curto tem 22 minutos e o mais longo, 30) e te conta por que “Eu Nunca…” é um dos novos sucessos da Netflix.

Mindy Kaling é a mente por trás de “Eu Nunca…”, inspirada em sua própria vivência. Os pais da criadora imigraram da Índia para os Estados Unidos e Mindy nasceu logo depois, assim como acontece com a sua criatura, Devi Vishwakumar, a protagonista da série. Conhecida por interpretar Kelly Kapoor em The Office e também escrever roteiros para a série e está no elenco de Uma Dobra no Tempo (2018) e Oito Mulheres e um Segredo (2018). Tanto sucesso fez com que a Netflix desse sinal verde quando Kaling apresentou o projeto para essa série. O texto inspirado de Kaling ao lado da sua amiga cocriadora Lang Fisher.


A trama acompanha Devi (Maitreyi Ramakrishnan), uma jovem de origem indiana que vai morar nos EUA com os pais no início dos anos 2000. Atualmente na escola, ele vive todos os dramas já conhecidos do período: sente que não se encaixa; faz parte do grupo dos “nerds” ao lado das amigas Fabiola (Lee Rodriguez) e Eleanor (Ramona Young); e do seu rival Ben (Jaren Lewison) que vive competindo com ela pelas melhores notas. A protagonista está vivendo o luto familiar, e ela mesma não percebe como isso a afeta, e como uma válvula de escape para não precisar lidar com seus problemas de verdade, acabar desenvolvendo uma paixão platônica por Paxton (Darren Barnet). E desse modo, vemos as dores desse sentimento sendo encaradas por duas personagens. Em primeiro plano, está Devi, que foge dessa realidade e age de modo meio rebelde. E, do outro lado, a mãe Nalini (Poorna Jagannathan), que acaba reprimindo muitas emoções e impondo um regime controlador à filha. Nalini acha que precisa ser perfeita para que sua família seja feliz, mas a verdade é que ela é apenas uma pessoa, com medos e receios, e que precisa desmorona um pouco também.


Personalidade dos personagens: No seriado, vemos uma narrativa com personagens de diferentes estilos, etnias e orientações sexuais. A protagonista, Devi, é uma nerd indiana, totalmente fora do padrão, que, no começo da série, precisa andar em uma cadeira de rodas.

Uma de suas amigas, a Eleanor, é asiática, faz teatro e adora drama, está sempre com looks bem coloridos e chamativos. Sua outra amiga, a Fabíola, tem um estilo totalmente diferente, mais sério, e também é uma ‘geek’, que entende tudo de computação. O grande drama dessa personagem, no entanto, é que ela está lidando com a descoberta da sua homossexualidade. Apesar do bonitão do colégio seguir um pouco a linha do garoto malhado, Paxton tem descendência asiática, seus avós são japoneses e ele, inclusive, fala o idioma. Além disso, ele tem uma irmã, Rebecca, que tem síndrome de down. Que é uma garota bem estilosa e de muita personalidade.



Uma rivalidade diferente: Ben é o grande rival de Devi “garoto riquinho” da escola. É aquele personagem que é uma linha tênue entre o amor e ódio. Sua vida poderia ser “perfeita” e ele facilmente poderia ser retratado como alguém arrogante, mas de bom coração, que também tem seus erros, mas no fim não deseja fazer mal a ninguém, mas a verdade é que o preço de tanto luxo é a ausência dos pais, que transforma o garoto em alguém solitário e mesmo tendo uma rivalidade com Devi, ela é a única pessoa que enxerga ele e vice-versa. Tanto que quando ela mais precisa de ajudar, Ben é o único que não desiste dela e inclusive acoberta uma das suas mentiras para não estragar a relação de Devi e sua família. E, novamente, tudo isso é trabalhado da forma mais natural possível, trazendo uma identificação única para o público. Eles vão descobrir que tem um tanto em comum –  além da inteligência!


A família da protagonista é indiana e hinduísta. A partir disso, acompanhamos alguns aspectos dessa cultura. Um exemplo é o drama das mulheres, tal como o de Kamala (Richa Moorjani), prima de Devi. A jovem vive como outras garotas americanas da sua idade, ela estuda e quer uma vida independente, entretanto, ainda é submetida ao casamento arranjado. E,então, conhecemos um pouco das tradições ao acompanhar as personagens, que se vestem adequadamente para o evento e seguem a celebração – ainda que Devi não seja muito feliz fazendo isso.


  • E tem uma trilha sonora da série é incrível e viciante. Mescla músicas eletrônicas e do pop contemporâneo,  e hits um pouco mais antigos, como Dancing on my own, da Robyn. Assim, a energia do eletropop acompanha bem as diferentes emoções e momentos vivenciados pelos atores.



A história, que a princípio parece só mais um romance adolescente “bobo”, não é dessas que o casal fica junto no final e tudo são mil maravilhas. Não espere uma protagonista clichê; estilo boazinha e tímida. Ela é apenas alguém com falhas e qualidades, que precisa superar seus problemas aos poucos, como acontece na vida real. E fala sobre temas mais profundos e sérios como depressão, luto, relações familiares, sentimentos, sexualidade, emoções profundas e reconciliação e a maneira que cada pessoa lida com as dores da vida. Tudo isso garante uma forma real como os personagens são tratados, que faz a gente se identificar. Tudo isso com uma delicadeza ímpar.

Pode ser uma comédia adolescente, mas é uma série com humor inteligente e um conteúdo atrativo para todos.A gente já deixa o aviso: você irá rir e se emocionar em todos os episódios da série, Eu Nunca…

E para fechar com chave de ouro, assista ao trailer:

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10 livros que vão virar filmes em 2020

Todo ano diversos livros são adaptados para o universo do cinema. São filmes muitas vezes inspirados em livros recém-lançados ou antigos, best-sellers ou desconhecidos. Alguns acabam conquistando o público com suas histórias e personagens. Então, esses são os livros que virarão filmes em 2020… E ainda dá tempo de começar ler o livro, e depois veja os filmes. Vem ver as adaptações literárias para 2020!


“P.S.: Ainda Amo Você”, de Jenny Han

Sobre a história: essa é a sequência de “Para Todos os Garotos que Já Amei”. O livro conta a história de Lara Jean, que tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam. Uma história delicada e comovente que vai mostrar que se apaixonar é a parte fácil: emocionante mesmo é o que vem depois.

Sobre o filme: será lançado na Netflix em 12 de fevereiro de 2020 – bem a tempo para o Dia dos Namorados nos EUA! Jordan Fisher (de “Teen Wolf”) assumirá o papel de John Ambrose. Esse é um dos filmes mais aguardados da plataforma.

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“A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, de Jerry Spinelli

Sobre a historia: A garota chamada Estrela. Ela é tão mágica quanto o céu do deserto. É tão estranha quanto seu rato de estimação. É tão misteriosa quanto seu próprio nome. Com um simples sorriso, ela cativa totalmente o coração de Leo Borlock. Com sua alegria, ela incendeia uma revolução por liberdade e autenticidade no espírito de sua escola. No começo, os colegas encantam-se com ela por tudo o que a faz ser diferente. Mas isso começa a mudar, e Leo, apaixonado e apreensivo, percebe que a única coisa que pode salvá-la das críticas é a mesma que pode destruí-la: ser alguém comum. Nesta celebração do inconformismo, o premiado Jerry Spinelli tece um conto tenso e comovente sobre os percalços da necessidade de ser popular e da emoção e inspiração do primeiro amor.

Sobre o filme: Estreou em 1º de janeiro de 2020 no Disney+. Grace VanderWaal e Graham Verchere são protagonistas do filme.

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“Mulherzinhas”, Louisa May Alcott

Sobre a história: O livro conta a história das irmãs Meg, Jo, Beth e Amy durante a Guerra Civil americana. O pai está na guerra, a mãe sustenta a casa e as filhas ajudam-na entre risos e lágrimas, enquanto vão crescendo e se transformando em mulherzinhas.

Sobre o filme: Protagonizada por Emma Watson, Florence Pugh, Eliza Scanlen e Saoirse Ronan. a nova adaptação de Mulherzinhas, não foi uma surpresa e está sendo muito melhor divulgada aqui no Brasil como Adoráveis Mulheres. Há uns bons anos correm boatos de que uma nova versão chegaria e por todo 2019 os fãs aguardaram ansiosamente pelo lançamento. E, agora, ele finalmente aconteceu (o filme foi lançado dia 9 de Janeiro).

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“Emma”, Jane Austen

Sobre a história: Emma Woodhouse é uma jovem rica e inteligente, que não tem pretensões de se casar tão cedo, para ficar sempre perto do pai. Porém, isso não a impede de dar uma de ‘casamenteira’, tentando juntar casais que considere apropriados entre seus conhecidos, sem perceber os problemas causados com sua imaginação e teimosia.

Sobre o filme: 2020 parece ser o ano dos remakes baseados em clássicos da literatura. Um dos mais famosos romances de Jane Austen chega mais uma vez aos cinemas, agora estrelado por Anya Taylor-Joy. Estreia no Brasil: 23 de abril de 2020.

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“Eleanor & Park”, de Rainbow Rowell

Sobre a história: Um dos romances mais queridinhos da geração atual, “Eleanor & Park”, da autora Rainbow Rowell, também será adaptado para as telinhas. O livro conta a história de dois jovens vizinhos que começam uma singela amizade ao se encontrarem no ônibus escolar todos os dias. É uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Sobre o filme: Até que demorou, viu? Um dos livros mais populares entre a geração atual, Eleanor & Park ganhará uma adaptação cinematográfica. A PICTURESTART é produtora dos filmes (La La Land, Crepúsculo, Extraordinário) comprou os direitos sobre a obra de Rainbow Rowell, produzindo o filme ao lado de Plan B — companhia de Brad Pitt. Em desenvolvimento desde 2014, Rainbow Rowell será responsável por adaptar a própria obra e ainda será produtora executiva. Já Erik Feig (Sr. & Sra. Smith, Meu Namorado é um Zumbi) irá supervisionar o projeto. Até o momento, não há decisões sobre diretor e/ou elenco. Tudo indicar que será lançado esse ano ainda… Torcemos!

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“Mundo Em Caos”, de Patrick Ness

Sobre o que é: Em um mundo pós-apocalíptico, uma infecção rara e perigosa causou o inimaginável: a morte de todas as mulheres e todos podem ouvir constantemente os pensamentos uns dos outros, Todd e seu cachorro encontram um local de silêncio e uma garota chamada Viola.

Sobre o filme: A adaptação cinematográfica da obra está prevista para o início do segundo semestre e terá Tom Holland e Daisy Ridley como protagonistas. A Intrínseca relança em uma edição especial, com tradução inédita e um conto extra, a série que consagrou Patrick Ness como um dos maiores nomes da literatura jovem.

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“Por Lugares Incríveis”, de Jennifer Niven

Sobre a história: Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, a garota se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família. Violet e Theodore, ambos lutando com problemas do passado, entram na vida um do outro e nunca mais serão os mesmos.

Sobre o filme: A adaptação é dirigida por Brett Haley com um roteiro de Niven e Liz Hannah, que escreveu The Post. Elle também está envolvida na produção do filme, assim como a autora, Jennifer Niven, que tem publicado muitas fotos dos bastidores em seu Instagram.O elenco conta com nomes como Keegan-Michael Key, Alexandra Shipp, Lamar Johnson, Luke Wilson e Virginia Gardner e o filme chegará em 28 de fevereiro na plataforma.

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“A Mulher na Janela”, A. J. Finn

Sobre a história: Anna Fox mora sozinha em uma casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo vinho, assistindo filmes antigos e conversando com estranhos na internet. Quando uma nova família se muda para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela vida perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando com sua câmera, ela vê algo que muda tudo.

Sobre o filme: A obra de estreia de A. J. Finn esteve na lista dos mais vendidos por meses seguidos e, com um sucesso deste tamanho, é claro que uma adaptação para os cinemas iria acontecer. O suspense gira em torno de Anna Fox, interpretada no filme por Amy Adams, que acredita ter visto um assassinato, mas não é considerada uma testemunha confiável. Estreia no Brasil: Maio de 2020.

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“O Jardim Secreto”, Frances Hodgson Burnett

Sobre a história: Descendente da aristocracia inglesa ― mas nascida e criada na Índia ― Mary Lennox é uma menina de dez anos que vê sua vida se transformar após a perda dos pais, obrigando-a a se mudar para a Inglaterra e morar com um tio que nunca conheceu. Em meio à mansão no condado de Yorkshire, Mary começa a desbravar os segredos escondidos ali, eliminando as ervas daninhas que encobrem os caminhos que levam ao secreto jardim e fazendo amizades que transformam sua trajetória e a de todos ao seu redor.

Sobre o filme: O livro de Frances Burnett já havia sido adaptado para os cinemas 1993 e agora, após 26 anos, ganhará uma versão mais modernizada. O remake deve estrear no Reino Unido em 17 de abril de 2020. No Brasil, ainda não há previsão de lançamento, mas com certeza não irá demorar.

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“Compaixão”, Bryan Stevenson

Sobre a história: Stevenson era um jovem advogado quando fundou um escritório de advocacia dedicado à defesa daqueles mais necessitados e em desespero, ou seja, os pobres, os condenados erroneamente, além de mulheres e crianças reféns do sistema de justiça criminal. Um de seus primeiros casos foi o de Walter McMillian, um jovem sentenciado à morte por um notório assassinato que insistentemente alegava não ter cometido. O caso colocou Bryan dentro de uma teia de conspiração, intriga política e manipulação dos limites legais – e transformou para sempre sua compreensão sobre compaixão e justiça.

Sobre o filme: O livro de Bryan Stevenson, que chegará nas telonas com o nome de “Luta por Justiça”, narra a história do próprio autor como advogado de pessoas à margem da sociedade e um de seus primeiros casos: um jovem condenado à pena de morte. A adaptação tem como protagonistas Jamie Foxx e Michael B. Jordan. Estreia no Brasil: 27 de fevereiro de 2020

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“After: Depois da Verdade”, Anna Todd

Sobre a história: Após descobrir sobre a aposta, Tessa tenta esquecer Hardin, o jovem caótico e revoltado que partiu seu coração. Porém, ela está prestes a descobrir que alguns amores não podem ser superados. Hardin sabe que cometeu o pior erro de sua vida ao ter magoado a jovem tão profundamente, mas vai lutar com toda a sua força para reconquistar o grande amor da sua vida.

Sobre o filme: É um filme de romance, sequência de After, baseado no best-seller do mesmo nome. Roger Kumble ficou responsável pela direção do filme e a autora do livro, Anna Todd escreveu o roteiro. Josephine Langford e Hero Fiennes-Tiffin retornam para os papeis principais.

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Agora quero saber a opinião de vocês! Gostaram dos filmes? Já leram os livros? Estão ansiosas para conferir como as adaptações ficarão nos cinemas? Contem tudo pra gente nos comentários!

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“A Barraca do Beijo” um filme sobre fraternidade e amor proibido

Sabe aquele tipo de amizade que desejamos viver? Que compartilham segredos, sonhos, medos e os melhores momentos que vivem juntos, ainda mais quando essa amizade é do sexo oposto. Então é o caso do filme “A Barraca do Beijo”.

Conta a história de dois melhores amigos Elle (Joey King) e Lee (Joel Courtney), ambos nasceram no mesmo dia e na mesma hora (circunstâncias que só acontecem em filmes), suas mães são melhores amigas dês de sempre, de certa forma os dois acabam crescendo juntos e assim ser tornando melhores amigos. Melhor dizendo, eles são inseparáveis, praticamente irmãos, um não sabe viver sem o outro. E durante a infância os dois criaram uma lista de regras, essas que vão sendo citadas ao longo do filme.

A história acontece em uma daquelas típicas escolas norte-americanas. Temos aquele personagem obrigatório, como o garoto mais popular do colégio, Noah (Jacob Elordi), é o irmão mais velho de Lee, o garoto mais desejado da escola, o quarterback do time, e um brigalhão; uma das coisas não desenvolvidas no filme é a questão da raiva que o personagem sente às vezes, deixando até seu irmão com medo dele, mas fora isso, vemos que o garanhão Noah tem um coração meigo quando se fala da jovem Elle – parecendo algo mais fraternal; que sempre teve um queda por ele. Mas o que antes não passava de uma paixão platônica de infância se transforma em algo mais, porém, ficar com Noah está fora de cogitação, já que isso infringiria uma das regras mais importantes da amizade, a de número 9, que dizia que parentes estavam fora de cogitação. Não que Noah fosse querer alguma coisa com Elle (será?), afinal, o cara vivia implicando com ela.

Com a escola preparando uma feira de arrecadação de fundos, Elle e Lee teriam que criar algo novo e surpreendente para arrecadar muito dinheiro e nada melhor que uma Barraca do Beijo para isso. Para fazer da proposta um sucesso, a garota tenta convencer o galã Noah, a participar da brincadeira, já que o trio de garotas populares só aceitariam participar da barraca se o garanhão estivesse lá, e com essa nova missão em mãos, Elle terá que convencer Noah a aceitar participar. Ele mostra-se irredutível, mas os dois acabam se aproximando como nunca, o que pode estremece a amizade de Elle e Lee. A barraca acaba sendo um sucesso, a melhor atração do evento, o que deixa Elle muito satisfeita. E aquele dia tão bacana ainda lhe reservava muitas surpresas…

“A Barraca do Beijo” é um filme clichê, porém, foi bem executado pelo diretor, ele trabalhou o elenco de uma tal maneira que trouxe frescor para este enredo tão batido. Tudo foi conduzido muito bem e o filme possui a dose certa de comédia romântica; os atores são cativantes e conseguem te fazer rir e se emocionar com cada momento, um filme ótimo para ver e rever sempre que quiser. A fotografia do filme é linda e a trilha sonora muito boa. Para quem curte filmes desse gênero a Netflix acertou em cheio!

Veja o trailer:


Para quem não sabe o filme é baseado no livro “The Kissing Booth” da escritora Beth Reekles, que será lançado esse mês no Brasil pela editora Astral Cultural. A sequência do livro deve ser publicada ainda este ano e a autora já está dando indícios de que pode haver uma outra adaptação.

Agora eu é que quero saber de vocês: alguém também já assistiu “A Barraca do Beijo” e gostou? Contem o que vocês acharam do filme nos comentários do post e se quiserem, deixem sugestões legais de filme pra eu assistir lá no Netflix.

Girl power: filmes de empoderamento da minha infância

Na minha infância não se falava muito de empoderamento feminino – para falar a verdade esse tema começou a ser discutido de alguns anos para cá! Ainda bem, né?! Porém, esses dias atrás eu comecei a pensar que o empoderamento feminino sempre esteve presente na minha vida. Sim, principalmente nos filmes, a parte incrível de ter crescido no começo dos anos 2000 é que eu tive a oportunidade de ver, quando ainda era criança, filmes adolescentes e comédias românticas com protagonistas legais! Essas garotas mostraram que eu não tinha que seguir estereótipos e, por conta disso, acabaram inspirando uma geração de garota. Elas não vai ser a representação perfeita ou um resumo do feminismo, mas todos tem um quê de girl power! 

  • Mulan

Mulan é uma das minhas princesas favoritas! Uma heroína que resolveu ir no lugar do pai para lutar na guerra. Ela sabia que não era fisicamente tão forte (ainda haha) quanto os outros soldados, então ela usou sua mente fantástica para encontrar outras formas de completar o treinamento. Ela sabia que dependia dela, e só dela, provar que era capaz. E ela conseguiu. Mulan poderia ter desistido facilmente. Ninguém acreditava nela. Ninguém levava ela a sério. Mas ela não desistiu.  Isso é algo que todos almejam, e Mulan nos inspira a continuar almejando. Ela é mais do que um simples desenho — ela é uma verdadeira guerreira.

  • Ela é o Cara

Quem na infância não foi proibida de fazer “coisas de garotos”? Na época do ensino fundamental, as meninas não podiam jogar futebol, então, eu e as minhas colegas de classe fizemos um abaixa assinado com assinaturas dos pais. E o filme “Ela é o Cara”, que fez a gente ver que não poderíamos aceitar tais regras do colégio. Aliás, a história é de Viola, joga no time feminino de sua escola, mas descobre que a equipe será fechada e deixará de existir, para a sua infelicidade. Em uma situação com poucas soluções, finge ser o irmão para poder jogar e vive uma vida dupla. Ela mostrar que precisamos lutar pelo que sonhamos.

  • Meninas Malvadas 

“Chamar alguém de gordo não vai te deixar mais magro, chamar alguém de burro não vai te deixar mais inteligente.” Uma história de padrões e como nenhuma garota se encaixa perfeitamente neles. Nós podemos tentar, mas, no final das contas, as pessoas são diferentes e aceitar isso é importante. Uma mensagem que eu precisei ouvir na minha infância.

  • As Patricinhas de Beverly Hills

Cher talvez seja a primeira personagem do cinema a ter uma verdadeira squad – e, quem sabe, se tornou a inspiração de Taylor Swift por causa disso. Ao lado de Dionne e Tai, ela faz o possível para lidar com a imaturidade dos garotos do colégio e os ônus e bônus de ser uma garota rica de Beverly Hills. Cher Horowitz não liga pros haters, pra garotos pegajosos nem pra quem acha que ela é burra.

  • Legalmente Loira

Estrelado por Reese Witherspoon, Legalmente Loira conta a história de Elle Woods, uma loira super popular que foi dispensada pelo namorado, que a achava fútil demais. Para provar seu valor para o ex e reconquistá-lo, ela se matrícula na Universidade de Direito de Harvard, porém – conforme vai entrando no mundo da advocacia – ela percebe que não precisa provar nada para ninguém.

  • 10 Coisas que Eu Odeio em Você

E, para finalizar, com um dos clássicos do cinema! Nos traz algumas visões de ideais feministas, principalmente através de Kat, personagem interpretada por Julia. Kat Stratford representa a rebelião, tanto em termos de estilo quanto em sua existência. Ela não é o que as pessoas esperam que ela seja. Ela arranca pôsteres do baile de formatura das paredes da escola, feminista e não liga para o que seus colegas de escola pensam a seu respeito.

Terminei esse post com vontade de assistir de novo todos esses filmes! Até porque, te inspirações de girl power nunca é demais! E aí? Também se identificou com algum desses filmes? Contem pra gente o que acharam nos comentários? Beijos e you go girl! <3